domingo, 4 de julho de 2010

Um "Oi" masculino e um "Oi" feminino


Que mulher que viu esse desenho e não se identificou?
É certo que homem, dificilmente repara no outro se não for gay, mas a mulher repara em tudo, se duvidar repara até se você tem pontas duplas!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

vc tem chulé?

não, só quando uso melissa! hahaha

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O nazismo e sua história de diferentes ângulos



A época mais fria e cruel da humanidade em minha opinião foi a Segunda Guerra Mundial, onde ocorreu o holocausto em que milhares de judeuses morreram, por um preconceito sem escrúpulos do Nazismo, não só judeus, que foi a maioria, mas ciganos, homossexuais e doentes mentais também.


Um livro chamado "MAUS" de Art Spielman, conta a história do pai do autor, um judeu polonês que vivenciou ser preso no campo de concentração de auschwitz e que conseguiu sair de lá vivo, porém com as memórias dos horrores cometidos pelos alemães e que isso nunca mais será esquecido na sua memória. O trauma e medo vai ser algo para a vida toda. E então, o livro faz nós pensarmos. Será que todos os que conseguiram sobreviver a essa época tão destruidora irá ser feliz e ter a paz novamente? Ou era melhor ser morto junto com seus parceiros no campo de concentração?
O mais interessante são os quadrinhos narrando a história, os personagem são animais, cada qual com suas características. O Judeu é um rato, que significa algo ruim, que vive na sujeira, o polonês são os porcos, que não tem opinião, tem medos dos nazistas e finalmente os alemães são os gatos, um animal com característica egocêntrica, dominador.



 Outros dois livros que se passa na mesma época nazista e que eu me encantei com a história é ”Menina que roubava livros” de Markus Zusak e o “Menino de pijama listrado” de John Boyne. Os dois são histórias de crianças, inocentes sem saber realmente o que estava acontecendo, sem saber a crueldade de Hittler.
O livro de Zusak é narrado pela morte, ela se fascinou tanto com a vida de Liesel Meminger, que resolveu dividi-la com todos.


O que tem em comum no “Menino de pijama listrado” e “Menina que roubava livro” é a inocência de uma criança, a pureza e a imaginação, que acabam sendo afetadas pela maldade dos adultos, e mesmo isso interferindo em suas vidas, elas ( a menina e o menino) não perdem o brilho da infância que, no entanto acaba de uma forma trágica.

Fotos do campo de concentração, que só de olhar,
choca e comove ao mesmo tempo.
E paro e penso, Hittler em nenhum momento
sujou suas mão para mata-los, só usou o poder
da palavra para que tudo isso acontecesse.